segunda-feira, 29 de junho de 2009

A fada Oriana


Há duas espécies de fadas: as fadas boas e as fadas más. As fadas boas fazem coisas boas e as fadas más fazem coisas más.”
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È desta forma que a autora começa por nos contar a história da fada Oriana, uma fada boa, bonita, alegre e feliz, a quem um dia a Rainha das Fadas pôs ao cuidado uma floresta, ficando a seu cuidado homens, animais e plantas que ali viviam. Certa manhã de Abril começou por visitar as casas pobres das pessoas, fazendo, com o uso da sua varinha de condão, que ali aparecessem todas as coisas que faziam falta. Primeiro visitou a casa de uma pobre velha, depois a de um pobre lenhador e ainda visitou a casa de um pobre moleiro. Até que decidiu visitar a casa de um homem muito rico, onde viu que apenas faltava calor humano. Oriana amoleceu-lhe o coração e depois partiu dali e fez com que o homem rico praticasse boas acções. Depois salvou um peixe de morrer asfixiado que prometeu ajudá-la se ela se encontrasse em sarilhos. Por causa do peixe, conseguiu ver o seu reflexo na água e achou-se muito bela. Quando a noite caiu foi visitar o poeta que morava na floresta, a única pessoa que a podia ver. Ela contava-lhe histórias encantadas, dançava á luz da Lua e enchia o ar de música e ele declamava-lhe os seus poemas. Mas a sua grande cisma era a sua beleza. Oriana estava encantada com a sua própria beleza reflectida na água. Á custa disto, e por influencia do peixe, deixou de visitar o poeta e, um por um, foi abandonando todos os homens, animais e plantas que viviam na floresta, menos a pobre velha porque a ouvia falar da sua beleza enquanto fora jovem. Á custa dos intermináveis elogios do peixe que salvara, tornou-se muito vaidosa, descuidando a promessa que fizera á Rainha das Fadas e por isto mesmo ficou sem varinha de condão e sem asas, e este foi o castigo pelo seu descuido. O peixe, a certa altura, deixou de aparecer, os animais já haviam partido para muito longe, assim como foi o moleiro, o lenhador e o poeta. Oriana foi então para a cidade á procura dos seus amigos, mas eles não a reconheceram sem asas e sem varinha de condão. O lenhador estava na prisão, a mulher do moleiro não sabia do filho e o poeta já não acreditava em fadas. Oriana só voltou a ter asas quando se esqueceu de si mesma e salvou a velha de se atirar de um abismo, tal era a sua tristeza. Foi então quando os animais da floresta lhe deram o filho do moleiro e ela devolveu-o á moleira, soltou o lenhador da prisão e salvou o poeta da sua trsiteza, levando-o de novo para a floresta e Oriana voltou a encantar tudo em seu redor.

terça-feira, 23 de junho de 2009

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Racismo


O racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias, e determinados traços de caráter e inteligência ou manifestações culturais, são superiores a outros. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores aos outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravidão, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade.


É evidente a distinção entre mulheres e homens no mercado de trabalho, principalmente em relação a mulher negra. Esse preconceito tem suas raízes na escravidão, que, apesar de ter sido abolida há décadas, ainda tem influência nas relações sociais, no modo de pensar e de ver o outro e a si mesmo.
O preconceito contra a mulher sempre foi tão incutido na sociedade, que gerou nelas mesmas uma visão auto-depreciativa de sua posição nas relações sociais e como tal no mercado de trabalho.
Com a criação do movimento feminista e depois de muitas lutas, as mulheres conquistaram alguns direitos e de certa forma algumas barreiras sociais foram quebradas. Porém, a atual situação das mulheres não sofreu muitas alterações.
No mercado de trabalho as mulheres ainda ocupam cargos inferiores em relação aos homens, isto se comprova através de estudos recentes, revelando que para elas alcançarem os mesmos cargos que os homens, em empregos formais, necessitam de uma vantagem de cinco anos de escolaridade. Esses dados agravam-se quando relacionados à mulheres negras, que necessitam de oito a onze anos de estudo a mais em relação aos homens.

domingo, 21 de junho de 2009



Ai como é bom ser criança!

Somos livres de responsabilidades

E ainda nos dão facilidades.


Ai como é bom ser criança!

Só comemos, dormimos e brincamos

E ainda a atenção dos nossos pais despertamos.



Ai como é bom ser criança!

Somos quase sempre bem tratados

E não gostamos nada de ser contrariados.


Ai como é bom ser criança!

Somos muitas vezes refilões

E ainda recebemos alguns tostões.


Ai como é bom ser criança!

Fazemos aquilo que nos apetece

E nunca ninguém para nos ralhar aparece.


Francisco Leonardo

sakura-fuji.blogspot.com

quinta-feira, 4 de junho de 2009